terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Soldado acusado de estupros em série recebe alta e volta para presídio

Josevildo Valentim é suspeito de cometer pelo menos três estupros, um deles acabou na morte de uma mulher de 18 anos. Foto: Reprodução
Josevildo Valentim dos Santos Júnior, de 40 anos, deu entrada no HGE depois de ingerir medicamentos dentro do Presídio Militar
Josevildo Valentim é suspeito de cometer pelo menos três estupros, um deles acabou na morte de uma mulher de 18 anos. Foto: Reprodução
O soldado da Polícia Militar de Alagoas (PMAL) Josevildo Valentim dos Santos Júnior, de 40 anos, recebeu alta médica do Hospital Geral do Estado (HGE) nesta segunda-feira (2) e voltou para o Presídio Militar, no bairro Tabuleiro do Martins, em Maceió. Ele é suspeito de cometer uma série de estupros em Maceió, Rio Largo e Marechal Deodoro.
Josevildo Valentim deu entrada no HGE no dia 20 de novembro deste ano com quadro de intoxicação exógena. Ele teria se automedicado quando começou a passar mal no presídio e foi socorrido. Não há confirmação sobre a quantidade de medicamentos ingeridos e nem se o militar tentou cometer suicídio.
A Corregedoria Geral da Polícia Militar vai abrir investigação para apurar se o soldado tinha autorização para ter acesso à medicação dentro da cela do Presídio Militar.
O policial militar Valetim foi preso de forma preventiva após estuprar e matar Aparecida Rodrigues na frente do namorado dela, em Maceió em outubro de 2019. Na ocasião, ele também atirou contra o companheiro da vítima, que sobreviveu ao atentado. Desde então, outras possíveis vítimas do militar o reconheceram e procuraram a polícia para denunciar que teriam sido estupradas por ele. Os crimes teriam ocorridos de 2013 até 2019.
No dia 19 de novembro deste ano, o Laboratório de Genética Forense do Instituto de Criminalística (IC) de Alagoas começou a analisar os materiais biológicos do policial militar e das 11 possíveis vítimas do PM. No início do mesmo mês o Ministério Público de Alagoas divulgou que quer a expulsão do policial militar da corporação, além de pedir a condenação máxima que é de 60 anos.

Fonte: OP9
 

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